terça-feira, 11 de agosto de 2009

A Igreja Brasileira na Cultura Emergente



Descrição do Tema:

Talvez a maior transformação cultural que observamos na história recente do ocidente seja a de um paradigma moderno de pensamento e cultura para aquilo que muitos denominam pós-modernidade. Dentre as grandes mudanças na cultura estão a transformação do conceito de verdade, o ressurgimento de formas variadas de espiritualidade, a crítica à noção de progresso econômico e tecnológico ocidental, o ceticismo em relação ao método científico como caminho privilegiado do conhecimento, o pessimismo em relação às grandes narrativas e ao futuro da humanidade e o pluralismo cultural e religioso.

De uma realidade apenas descrita em livros e análises culturais esta nova cultura, denominada emergente, já se mostra fundamental na formação das novas gerações. Dentro do universo cristão mundial tal mudança de paradigma, ou de visão de mundo, vem acompanhada da proposta de uma nova forma de cristianismo, que responda e se adapte às novas realidades. Para muitos, o cristianismo está emergindo de algo ultrapassado e estagnado para algo novo e dinâmico. Nesta onda de novidades, muitas têm sido as propostas de reformulação do pensar a fé cristã, incluindo expressões de sua espiritualidade, sua visão de salvação, suas formas de culto, de adoração e sua visão de verdade. O movimento cristão emergente, como vem sendo denominado, apresenta desafios reais a uma igreja resistente a mudanças, atraindo muitos daqueles que crescem em um novo contexto cultural.

Com um número expressivo de literatura, sites, blogs, grupos de estudo e igrejas pelo mundo e, crescentemente, no Brasil, os emergentes devem ser ouvidos em suas propostas e avaliados em seus riscos. Este é o contexto em que abordaremos o tema A Igreja Brasileira na Cultura Emergente, buscando entender esta nova realidade que nos cerca, oferecendo respostas cristãs sólidas e sensíveis ao nosso tempo. Isto será feito por meio de palestras, workshops, momentos de perguntas e respostas e muita comunhão nos dias 14, 15 e 16 de agosto de 2009, no aconchegante Sítio da MPC, em Macacos, MG.

Informações e Inscrições:

SOLICITE A FICHA DE INSCRIÇÃO E MAIORES INFORMAÇÕES PELO EMAIL:
labri.brasil@gmail.com

Ou ligue: 31 9225-1923 (Vanessa)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Terceiro Colóquio da Aket - Agosto

Na próxima segunda feira, dia 10 de Agosto, teremos o nosso terceiro colóquio mensal da Associação Kuyper.

Vanessa Belmonte apresentará uma discussão do livro Beyond Homelessness: Christian Faith in a culture of displacement, de Steven Bouma-Prediger e Brian Walsh. Trata-se de uma obra recente sobre a questão da exclusão social e o desafio da hospitalidade cristã no mundo contemporâneo - questões de grande importância para uma Teoria Social Cristã. (Veja abaixo um resumo da discussão).

LOCAL: LIVRARIA STATUS - CAFÉ, CULTURA E ARTE, Rua Pernambuco 1150, SAVASSI.
HORÁRIO: 19h30
INFORMAÇÕES: Guilherme (91653382) ou Vanessa (34621182)

Os autores analisam atentamente nosso sentimento de ter um lar, de pertencer a um lugar, e suas ramificações para a forma como nos relacionamos com o ambiente à nossa volta e com as pessoas em geral, principalmente aquelas consideradas deslocadas ou excluídas pela sociedade. Apresentam uma crítica atual e completa, envolvendo aspectos sócio-economicos, políticos, teológicos e ecológicos. De forma clara e convincente, nos mostram como nossa cultura está 'deslocando' a todos nós, nos distanciando cada vez mais do senso de lar, lugar e descanso.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Publicada a Revista Diálogo & Antítese

Caros,

Foi publicada agora em Maio o primeiro número da revista científica eletrônica da Aket, a "Diálogo & Antítese: Revista de Religião e Transdisciplinaridade:

Trata-se de um grande passo, não apenas para a Associação Kuyper, mas também para o progresso do pensamento cristão no Brasil!

Pedimos a todos o apoio para a revista, lendo artigos, escrevendo trabalhos e ajudando na divulgação.

Cor Et Res Coram Deo!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

HOJE (08/06): Colóquio da Aket

Caríssimos,

hoje à noite acontece o nosso primeiro colóquio mensal da Aket!

O propósito do colóquio é manter um espaço de compartilhamento e enriquecimento intelectual para os militantes e os simpatizantes do pensamento neocalvinista; uma oportunidade de se atualizar, conhecer gente e contribuir com indicações de livros, perguntas honestas e novas idéias.

No colóquio de hoje o Rodolfo vai falar de sua dissertação de mestrado na UFMG, e sobre como a filosofia reformacional é uma ferramenta excepcional para avaliar e julgar a estruturação e o resultado de projetos sociais e de desenvolvimento comunitário.

LOCAL: LIVRARIA STATUS - CAFÉ, CULTURA E ARTE, Rua Pernambuco 1150, SAVASSI.

HORÁRIO: 19h30

INFORMAÇÕES: Guilherme ou Alessandra (25358962)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Encontro de Amigos da AKET no Sábado!

Caros amigos,

No sábado dia 06 de junho, de manhã, vamos ter o I Encontro de Amigos da Aket, a Associação Kuyper para Estudos Transdisciplinares. Na oportunidade vamos apresentar a nossa proposta de uma comunidade intelectual cristã e os projetos editoriais, incluindo a nossa revista online recentemente publicada, a Diálogo & Antítese e a parceria com o L'Abri Brasil.

Se você acredita que tem uma vocação para a vida intelectual cristã, essa é a sua oportunidade de participar!

Aqueles que já manifestaram o interesse se se afiliar à AKET estão convidados a organizar a sua documentação e trazê-la ao nosso encontro.

Horário: das 9h30 às 11h30 da manhã
Endereço: Rua Kepler, no. 57 (Sarom), Bairro São Bento
Informações e confirmação de presença: Vanessa Belmonte 34621182 Alessandra Carvalho 91653382

terça-feira, 19 de maio de 2009

Entidades e Aspectos Modais

L.G. Freire

A realidade é composta por entidades que existem universalmente de diversos modos. Tome-se o exemplo do futebol como uma entidade. O futebol existe economicamente, socialmente, esteticamente, simbolicamente, espacialmente, cineticamente, numericamente e assim por diante. Não interessa agora listar todos os modos ou aspectos da realidade. Basta que se diga que existem certos aspectos que são irredutíveis, isto é, são universais porque não podem ser "apagados" de qualquer entidade sem que esta perca seu sentido. Que seria do futebol sem seu aspecto jural? Não são as regras que, de certa forma, moldam o jogo e que o diferenciam do rugby ou do cricket? Fica óbvio, então, que as entidades existem necessariamente em diversos modos irredutíveis.

O fato de existirem diversos modos irredutíveis aponta para uma inferência necessária: nenhum desses modos pode ser absoluto. Trata-se quase de uma tautologia, mas nem todos percebem a relevância disto. É que, se quiséssemos afirmar que um aspecto é absoluto (por exemplo, "a realidade última das coisas é de natureza material"), acabaríamos destituindo as entidades reais de sentido. Seria como o futebol sem regras. Sem regras, sem sentido.  Não havendo a possibilidade de redução de um aspecto modal a outro aspecto modal, resta concluir que nenhum deles é absoluto. Logo, todos os aspectos modais são relativos entre si.

Uma ilustração clara que pode ser encontrada na história do pensamento filosófico ocidental é o debate entre monismo e dualismo. Monistas (por exemplo, Thomas Hobbes que postulou a realidade última das coisas como sendo de natureza física-mecânica) acabavam por reduzir os diversos aspectos modais a um só (ou a modalidades fundamentalmente decorrentes do aspecto último). Dualistas (por exemplo René Descartes que encontrou duas realidades últimas, material e ideal, refletidas no seu argumento sobre o mundo dentro e o mundo fora da mente) encontravam dois aspectos fundamentais de onde fluiam os demais modos de existência das coisas. Em ambos os casos, existe uma operação de redução, acabando em perda de sentido. No exemplo monista hobbesiano: é difícil imaginar algo que só existe como um mecanismo e como nada mais. Da mesma forma, não há no dualismo cartesiano uma forma de se conciliarem ambas as realidades últimas.

Contudo, o problema do monismo e do dualismo é um debate que só passa a ocorrer no contexto de um tipo de pressuposto específico: o de que um aspecto modal (ou dois) geram os demais. Em outras palavras, o pensamento teórico se vê comprometido aqui com uma espécie de "axioma" que orienta todo o sistema filosófico: a atribuição de auto-dependência ou de independência a um aspecto modal, ao passo que os demais passam a ser relativos a esse aspecto absoluto. Se quisermos, trata-se da divinização de um aspecto particular da realidade. Aqui pode-se ver que todo o pensamento teórico em último caso é impulsionado por uma ideia de Origem da ordem, da diversidade e da unidade de todas as coisas.

A diversidade de aspectos modais não corrobora os reducionismos que atribuem a Origem a um ou poucos aspectos da realidade. Para uma realidade diversificada, é preciso uma visão teórica pluralista, no sentido de levar em conta todos os aspectos modais básicos. Um aspecto básico é sempre irredutível. Algumas coisas existem "internacionalmente", mas nem todas as coisas existem "internacionalmente", mesmo em um mundo globalizado. Logo, este não é um aspecto básico. Uma teoria que inclua todos os aspectos irredutíveis é possível porque haverá sempre uma lista consideravelmente limitada de aspectos básicos. Tal visão sobre a constituição básica do cosmos deve, portanto, ser não-reducionista, por versar sobre todos os aspectos irredutíveis.

A pluralidade de aspectos modais irredutíveis por si só é apenas um elemento de uma explicação adequada da realidade que experimentamos no dia-a-dia. É preciso acrescentar a essa ideia de diversidade um elemento unificador, uma Origem da sua ordem, unidade e diversidade. O cosmos em si pode teoricamente ser postulado como Origem, mas é incapaz de unificar os aspectos modais irredutíveis e de, ao mesmo tempo, manter a sua unidade. Nessa situação hipotética, terminaríamos com um "monismo cósmico" reducionista, que é justamente o tipo de coisa que queremos evitar no intuito de escapar de uma visão monocromática do mundo. Considerando, então, que nenhum aspecto modal dentro do cosmos pode ser a Origem por si só, nem mesmo todo o cosmos o pode, então resta a opção de remeter essa Origem para fora do cosmos.

Antes de explorar mais essa opção, é preciso destrinchar um pouco o significado da diversidade de aspectos modais. Já afirmamos que eles são reais no mundo atual (não ideal, dado o princípio não-reducionista em jogo). Resta, então, saber o que diferencia um aspecto do outro, e o que os unifica dentro do cosmos. Faz sentido afirmar que um aspecto, sendo irredutível, tem sua própria "dinâmica" de funcionamento interno. Em uma terminologia mais precisa, um aspecto tem seu próprio cerne, ou núcleo, de leis internas únicas. Essas leis identificam um aspecto modal. Assim, por exemplo, a lei central de um aspecto biótico seria a lei do ciclo da vida. A mesma lei não existe exatamente da mesma forma no aspecto histórico-formativo. Mesmo os historiadores biótico-reducionistas utilizavam a lei do ciclo da vida de forma analógica. Isto indica que a lei-cerne de cada aspecto modal irredutível é única e interna ao seu aspecto. Sempre que for abordada do ponto de vista de outro aspecto, por definição, essa lei terá seu sentido original alterado e servirá como metáfora ou analogia.

(Vale notar, de passagem, que a existência de analogias é, assim, mais uma forma de se verificar a irredutibilidade mútua dos aspectos modais básicos.)

A existência de um conjunto de leis-cerne únicas em cada aspecto modal irredutível explica em grande parte a diversidade dos aspectos modais. É claro que as entidades funcionam sob essas leis ora de modo passivo, ora ativo. Eu, por exemplo, escrevo ativamente num pedaço de papel. Mas o artefato "papel" funciona passivamente no modo simbólico-lingual. (Existe também uma ordem progressiva que organiza os aspectos modais de modo que seja possível diferenciar entre todo o bloco de aspectos ativos que qualificam uma entidade por um lado e, por outro, o bloco dos demais aspectos irredutíveis. Deixo o esclarecimento disto para outra oportunidade.)

A existência de analogias modais é sintomática tanto da diversidade quanto da unidade ou de algo maior que unifica esses aspectos modais. O fato das analogias indica que uma lei de um dado aspecto irredutível funciona analogamente em outro aspecto, e o mesmo ocorre com as demais leis-cerne dos demais aspectos modais. O conjunto ortogonal de relações inter-modais aponta para a universalidade dos aspectos modais. Já sabíamos disso ao afirmar que eram irredutíveis, e que, portanto, todas as entidades necessariamente funcionam em todos eles, ora ativa ora passivamente. Agora fica clara uma forma de se verificar empiricamente que isso é o caso.

Existe, ainda, outra coisa que unifica todos os aspectos modais. Todos eles existem no tempo. Temporalidade é o fator que "amarra" (se podemos colocar assim) os modos básicos de existência. Em outras palavras: todas as entidades existem universalmente nos aspectos modais irredutíveis até que deixem de existir.

Assim, em suma, a diversidade dos aspectos modais irredutíveis é explicada por suas distintas leis-cerne. A sua unidade pode ser verificada nos momentos analógicos das leis aspectuais, por um lado. Por outro lado, todas as entidades existem temporalmente. O tempo, então, atravessa toda a diversidade aspectual.

A experiência do dia-a-dia envolve unidade e diversidade, mas sem abstração. O pensamento teórico, por sua vez, efetua a análise (ou quebra) dos aspectos da realidade temporal e espera sintetizar (ou "colar de volta") todos os aspectos. A análise e a síntese geral cabe à filosofia. O estudo de cada aspecto em separado cabe às diversas disciplinas. A filosofia, ao tratar de certa forma da natureza básica da realidade, possibilita o pensamento teórico nas ciências especiais. Assim, há um momento em que a realidade temporal multi-aspectual é sintetizada pelo pensador e remetida ao seu ponto de Origem.

Já foi mencionado que as filosofias reducionistas não conseguem obter uma síntese satisfatória (no caso do dualismo) ou obtêm uma síntese monocromática ao remetê-la de volta à (e não para além da) realidade temporal. Já foram apontados os problemas principais dessas abordagens. Também já foi ressaltada a inconveniência de se localizar a Origem no cosmos como um todo. Todos esses procedimentos levam à perda de sentido e impossibilitam a inteligibilidade. No lugar, foi postulada uma visão de totalidade diversa, mas unificada. Resta saber como remeter todo "pacote" ao ponto de Origem.

Deve-se frisar novamente que todo pensamento teórico se orienta a partir de um pressuposto básico a respeito da Origem independente de todas as coisas. Ora, se já foi dito que todos os aspectos temporais são relativos entre si, e se qualquer possibilidade de Origem absoluta intra-cósmica já foi descartada, então só resta atribuir a Origem àquilo que se encontra fora da ordem temporal. Isso faz todo o sentido: afinal, a Origem origina as leis da realidade, inclusive a temporalidade e finitude da realidade.

Embora todo o pensamento teórico dependa de uma ideia de Origem, como explicado, vale acrescentar ainda mais um motivo para isso. Se todas as entidades funcionam universalmente em todos os aspectos modais, então o pensamento teórico, sendo uma entidade, funciona também em todos os aspectos modais. O aspecto fiduciário (ou pístico, relativo à fé) é um dos aspectos modais. Nada mais natural que o pensamento teórico tenha, além do componente analítico que lhe é corriqueiramente atribuído, um componente de fé.

O coração - o termo clássico que define o ser humano na sua integralidade - é o que remete o prisma da diversidade aspectual temporal para o seu pressuposto de Origem. Os judeus sabiam disso ao afirmarem que "do coração procedem as fontes da vida" (Pv. 4:23b). Tanto nas filosofias reducionistas como no pensamento teórico não-reducionista, o coração remete a visão de totalidade para seu ponto (verdadeiro ou falso) de Origem. É exatamente esse ato inicial de fé que direciona todo o restante do pensamento teórico e, na verdade, da existência humana, funcionando, assim, como formador de culturas, normas sociais, manifestações artísticas, etc.

Em suma, toda teoria, bem como toda visão de mundo de cunho mais tácito (sejam elas verdadeiras ou não) dependem de uma ideia de Origem da ordem da realidade cósmica. Não é vergonha nenhuma admitir que o conhecimento começa na fé sobre a natureza básica da realidade, da mesma forma que não é nenhum embaraço para a ciência depender da visão unificadora que a filosofia pode prover.

A opção humanista tem sido a de postular uma Origem intra-cósmica e de seguir, daí, para modelos reducionistas da realidade. O reducionismo tem o efeito teórico de destituir o objeto analisado do seu sentido pleno, ao descartar do estudo os aspectos modais considerados secundários ou mesmo inexistentes. O reducionismo pode, ainda, ter o efeito prático extremamente nocivo de moldar uma cultura em torno de um ou de alguns poucos aspectos a partir de uma visão distorcida das leis aspectuais que moldam a realidade. Como entidades, nós seres humanos também funcionamos em todos os aspectos modais. Além disso, temos a capacidade de funcionar ativamente em todos os aspectos irredutíveis. Mas é preciso desdobrar cada um desses aspectos, e ignorar a sua existência leva a um modo de vida atrofiado. O reducionismo retrata a realidade como menos diversa do que realmente é. Retrata as possibilidades e leis que regulam a existência como mais limitadas do que são. O resultado pode ser desastroso para o bem-estar.

O não-reducionismo, pelo contrário, consegue abordar teoricamente a natureza básica da realidade temporal e é capaz de moldar de forma mais positiva a cultura e a vida em comunidade, de modo a desdobrar toda a diversidade de aspectos da vida. Tudo isso, é claro, partindo do pressuposto de que a Origem se encontra na eternidade, ou seja, fora da ordem temporal.

Como cristão, enxergo um arcabouço geral não-reducionista como o único viável para um pensamento teórico que remeta a Origem ao Deus eterno. Se Ele é o Senhor do universo, ele também pode ser o Senhor do pensamento teórico. A fé coerente é aquela que procura se aperfeiçoar em termos da inclinação fundamental do coração em direção à Origem. Isso também deve incluir a maneira de se entender teoricamente o cosmos. Embora a maioria dos acadêmicos cristãos tenha aderido, a essas alturas, a algum tipo de reducionismo, eu sei de três coisas: primeiro, que o reducionismo é um projeto falido. Segundo, que, se toda teoria depende de uma Origem, ser cristão e reducionista ao mesmo tempo é servir a dois senhores. Por fim, sei que existe um mundo lá fora extremamente belo e interessante que tem sido caricaturado por toda sorte de pensamento humanista. Por que não colocar o pensamento teórico a serviço da missão de exaltar a Quem deve de fato ser exaltado?


Exeter, 20 Maio 2009.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Nesta Quarta na Minueto: A Lei e a Espiritualidade Cristã


É nessa quarta-feira, 06/05, a quinta palestra do III Ciclo L'Abri-Aket. O tema será "O Sentido da Lei para a Espiritualidade Cristã"

O evento é uma promoção do Centro de Referência L'Abri Brasil e da Associação Kuyper para Estudos Transdisciplinares, com o apoio da Escola de Música Minueto.

Datas e Horários:

As Palestras serão oferecidas ao longo de seis semanas (8, 15, 22, 29/04 e 06/05), sempre às quartas feiras às 20h.

Local:

MINUETO CENTRO MUSICAL
RUA PAULO SIMONI, 54 - SAVASSI

Informações: Vanessa (31 - 9225-1923) ou Alessandra (31 - 9165-3382)